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4 de julho de 2022

Programa em parceria com a prefeitura busca selecionar famílias para receber crianças em suas casas

Por: Priscila Silva

Maria Luiza Gaspar juíza titular do Juizado da infância e juventude, Carolina Abegg assistente social, e psicóloga Daiane Dellaflora estiveram na manhã desta segunda feira falando no Fatorama sobre o programa família acolhedora que é uma parceria da prefeitura de ijui com o poder judiciário.

Maria Luiza disse que o objetivo do serviço é dar uma atenção maior a crianças e adolescentes que estão em situação de acolhimento. Muitas vezes é necessário retirar as crianças e adolescentes da família para que a mesma se reestruture ou em caso de não ocorrer essa reorganização, as crianças acabam indo para adoção. A juíza destacou que enquanto a criança/adolescente aguarda a decisão judicial para saber se volta para a família ou segue para adoção, o programa seleciona famílias que possam receber as crianças em suas casas.

Para ser família acolhedora, conforme disse a assistente social Carolina Abegg, é necessário se enquadrar em alguns critérios, sendo que o responsável legal deve ser maior de 21 anos, morar no município a pelo menos 1 ano, além de ser realizado um estudo social, consulta médica e psicológica, pela equipe do programa e também não estar habilitado à adoção.

A psicóloga Daiane Dellaflora disse que é realizado uma escuta de todo grupo familiar que tem interesse em ser família acolhedora, além de uma aceitação de todos os familiares para que seja recebido uma criança na residência. É feito também um trabalho psicológico com a família que irá acolher, já que é um acolhimento temporário.

Os profissionais que trabalham no programa, estão sempre dando suporte para as famílias acolhedoras, bem como para as instituições que acolhem crianças e adolescentes. O poder judiciário também faz uma revisão a cada três meses das famílias.

Fonte: Grupo Repórter
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