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11 de agosto de 2021

Professor Sérgio Rodrigues da Unijuí entende que urna eletrônica deveria ser manuseada pelo próprio eleitor como se fosse um caixa eletrônico

As mudanças no sistema de captação de votos, já vem sendo tentada há muito tempo, não é algo recente, explicou o professor de direito constitucional da Unijuí, Sérgio Rodrigues. Na opinião dele, a forma de melhorar a urna eletrônica é torná-la um instrumento que possa ser manuseado pelo próprio eleitor de forma que não pairem dúvidas quanto ao destino do voto, assim como acontece num caixa eletrônico, onde qualquer operação feita emite o competente recibo.

A fraude pode ser cometida por quem faz os programas, por isso, o ideal é o TSE colocar a disposição dos técnicos de cada partido o tipo de programa usado, salientando que o atual modelo de votação é melhor de fiscalizar do que o voto em papel, que além de ultrapassado, pode ser mais facilmente manipulado. As pessoas podem ser tentadas a burlar a ética, acrescentou.

O debate do tema contamina o eleitor, disse Rodrigues, defendendo que o Tribunal seja mais transparente, mostrando que a tecnologia é confiável. Criticou também a emenda que estabelece o Distritão que agora irá para votação em dois turnos no Senado. Na opinião do professor, os partidos deveriam escolher candidatos mais qualificados politicamente ao invés de lançar vários nomes.

Quanto ao Fundo Partidário de R$ 5,7 bilhões para financiar a campanha eleitoral do ano que vem, é outro erro, afirmou Sérgio Rodrigues, para quem, esse custo deveria ser bancado pelo eleitor, devidamente atraído pela qualidade e competência do candidato, não como ocorria há alguns anos, onde grandes empresas nacionais, despejavam dinheiro nas campanhas em troca de favores políticos posteriores, sublinhou.

Fonte: Rádio Repórter
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