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29 de novembro de 2021

“Não podemos encerrar essa linda história que a Expo Ijuí Fenadi tem”, diz presidente da UETI

Não podemos encerrar essa linda história que a Expo Ijuí Fenadi tem a mais de 40 anos. A frase é do presidente da União das Etnias de Ijuí, dita na Repórter ao avaliar a possibilidade de que haja mudanças no formato da realização dos eventos que ocorrem anualmente no Parque de Exposições, mas que nos últimos dois anos não ocorreu devido a pandemia.

Para discutir o tema, uma reunião será realizada na noite desta segunda-feira(29) na sede da UETI com os 13 presidentes das casas étnicas. Segundo Nelson Casarin será a última reunião deste ano e de forma presencial os presidentes deverão tirar um posicionamento oficial referente á realização da Expo Ijuí Fenadi no ano que vem.

A discussão acontece tendo em vista o posicionamento da ACI que vislumbra um outro foco para o evento por entender que sua repercussão para o comércio e industria não é muito significativa – enfatizando mais a questão artística e cultural de Ijuí.

A diretoria da ACI tem manifestado sua intenção de terceirizar a feira – fazer o evento num modelo diferente, o quê o presidente das etnias entende não ser necessário devido á capacidade das entidades, empresários e gestores envolvidos na realização do evento que segundo Casarin “é um produto tão bonito”. É preciso dialogar e organizar a melhor forma de fazer”, frisa.

Casarin disse respeitar a posição da ACI, mas reiterou que seu pensamento é diferente. “A Fenadi vai acontecer, vamos solicitar espaço e datas ao Executivo e a festa ocorrerá. Não vai ser a diretoria da UETI que ficará marcada na história por encerrar uma feira tão bonita e sei que a maioria da comunidade ijuiense pensa assim, cabendo a ACI definir isso de uma vez por todas”, disse.

Para o presidente, seria um retrocesso para o município não ter os eventos no parque, incluindo nesse hall também a Feeni por que são produtos que divulgam o município e suas potencialidades. O tema vem sendo debatido nas reuniões a cerca de um ano e a cada encontro surge um pensamento diferente, o que gera um desgaste desnecessário. Para Casarin, é preciso que todos abracem a causa para conjuntamente realizar um grande evento em 2022.

“A União das Etnias já definiu que fará o evento, mas se ACI não quiser que de oportunidade para outra entidade fazer a administração por que não podemos deixar de fazer uma evento com mais de 40 anos de historia e que reúne mais de 5 mil voluntários com públicos acima de 150 mil pessoas. Nós não vamos abrir mão de um produto tão bonito, então por favor , estamos prestes a nos tornar Capital Nacional das Etnias e agora vamos parar? não será o Casarin como presidente que fará este encerramento. Vou levar meu mandato até 2022; e será outra pessoa que fará o encerramento por que eu não quero ficar na história como o presidente que encerrou a realização da feira”, desabafou.

Fonte: Rádio Repórter
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