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22 de março de 2022

Mercadorias de origem animal precisam estar certificadas para transporte, alerta chefe de Vigilância Sanitária

Foto: Vigilância Sanitária/PRF

Todo o produto de origem animal para ser transportado ou comercializado precisa estar rigorosamente dentro das normas sanitárias – e com registro da industrialização. A afirmativa é do médico veterinário Ortiz Schöroer Jr. chefe de Vigilância Sanitária de Ijuí, que participou na segunda-feira, a partir de um chamado da Polícia Rodoviária Federal, da apreensão de 248,22 quilos de Peixe em ação realizada pela PRF na BR-285, próximo do município de Coronel Barros.

Está é uma época em que é iminente o crescimento de vendas e o transporte do pescado por todas as regiões do Estado devido ao período de Páscoa, e a vigilância sanitária alerta aos comerciantes para a necessidade de atentar para o que preconiza a legislação, visando evitar situações como a registrada em Ijuí.

Ortiz Jr. lembrou em contato com o jornalismo da Repórter, a exigência da Lei para que o comerciante tenha o registro da industrialização e selos de sanidade do produto de origem animal, os chamados certificados de inspeção, municipal, estadual ou federal, em consonância com o produto que esteja sendo transportado. “Há uma série de observações que precisam constar quando deste tipo de transporte, rótulos, datas de industrialização e a validade especifica do produto transportado e aliado a isso, a mercadoria precisa estar bem acondicionada, de acordo com as orientações ditas no rótulo regularizado legalmente”, observou.

No caso da apreensão dos mais de 248 quilos de peixe, não foi o que ocorreu. O pescado estava congelado e acondicionado em bolsas de ração, fertilizantes dentro outros, completamente em desacordo com o que diz a legislação sanitária para o transporte e comercialização de produtos de origem animal.

Os envolvidos na apreensão dos peixes traziam o pescado de Pirapó sendo o destino da mercadoria o município de Cachoeirinha na região metropolitana de Porto Alegre. No caso em questão, além do auto de infração e a elaboração do laudo da apreensão, houve a multa para os donos da mercadoria e posteriormente a inutilização dos peixes apreendidos. Os envolvidos também vão responder a processo administrativo pela irregularidade cometida.

 

 

Fonte: Rádio Repórter
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