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15 de outubro de 2021

Levantamento revela que mais de 500 crianças com até 6 anos ficaram órfãs no Estado devido a Covid-19

Foto: Diego Vara/Reuters

Com os índices da pandemia em queda, começam as contabilizações dos efeitos da Covid-19 na vida da população. E um dos mais sentidos, que agora pôde ser calculado, é o número de pequenos órfãos atingidos pela morte precoce dos pais.

Pelo menos 567 crianças de até seis anos de idade perderam um dos pais para o coronavírus entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano, aponta a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen Brasil). Os dados foram obtidos com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 419 cartórios de Registro Civil do estado desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento. Três das 567 crianças não havia nascido ainda quando perdeu um dos pais para o Coronavírus.

“Durante a pandemia, os cartórios de Registro Civil contribuem continuamente, por meio do Portal da Transparência, para dimensionar os impactos da Covid-19 no Brasil, inclusive com a estimativa de quantas crianças no país perderam os pais para a doença, um dado extremamente importante para auxiliar os órgãos públicos e autoridades no amparo dessas crianças”, destaca o presidente da Arpen no RS, Sidnei Hofer Birmann.

Fonte: g1/rs/ Rádio Repórter
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