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4 de agosto de 2021

Lasier Martins disse na Repórter que voto auditável impresso não é retrocesso e sim uma forma do eleitor saber em quem realmente votou

Senador Lasier Martins do Podemos, rebateu aqueles que pensam que o voto impresso é retrocesso. Não se trata de voltar ao voto em cédulas de papel, apenas acrescentar ao sistema eletrônico uma impressora com um visor que permite ao eleitor ver em quem realmente votou.

Países como a França, Bulgária e a Índia tem voto impresso, destacou o senador, lamentando que o assunto no Brasil tenha se transformado em disputa política. Na opinião dele, o tema não irá prosperar, tendo em vista os  grandes conflitos entre os que querem a mudança e os contrários a ela.

A postura do Supremo Tribunal Federal deveria ser de isenção e imparcialidade, porém, como seus ministros são indicados pelo chefe da nação, o órgão é aparelhado pelos mais variados partidos e isso leva a uma disputa sem fim. Na avalição do senador, essa incumbência deveria ser de uma comissão de juristas e não do presidente da República.

Quanto ao Fundo Partidário, aprovado recentemente pela Câmara na calada da noite e em tempo recorde (apenas 8 minutos), Lasier Martins, taxou de verdadeiro golpe contra o cidadão brasileiro, um escândalo, diante da crise que o país atravessa. Há possibilidade de que o recurso para financiamento da campanha politica do ano que vem, saia de R$ 5,7 bilhões para R$ 4 bilhões, o que também ele considera um abuso. Vivemos numa imoralidade que parece não ter fim, concluiu o senador gaúcho do Podemos.

Fonte: Rádio Repórter
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