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22 de junho de 2022

Golpes de estelionato tem números crescentes em Ijuí, diz delegado

A Pandemia fez aumentar o número de crimes relacionados a estelionato, falsidade ideológica e outros tipos de fraude contra a pessoa. A constatação é do delegado Maurício Posselt que responde pela delegacia do 2º distrito policial. Em Ijuí, de acordo com ele, são feitos semanalmente cerca de 10 registros deste tipo e as vítimas são as mais variadas e vão desde pessoas mais instruídas, bem como idosos também instruídos ou não, e por isso, mais suscetíveis a caírem nos golpes.

O delegado Posselt reforçou no Fatorama que percebeu aumento significativo no número de registros de estelionato e fraudes em geral. “São as mais variadas formas de golpes, muitos mais envolvendo meios eletrônicos”, disse.

Entre os mais frequentes estão o velho conhecido conto do bilhete e ultimamente também casos de clonagens de cartão, uso fake do WattsApp, Instagram e Facebook onde o falsário se passa por algum familiar da eventual vítima para solicitar dinheiro ou algum favor, como pagamento de boletos e o familiar acaba fazendo a transferência e só depois percebe que caiu no golpe.

Também são verificados, conforme o policial, golpes com o uso de cartões em compras na Internet, ou ainda o golpe do falso funcionário do banco que liga dizendo para a vítima que foi feita uma compra no seu cartão e orienta a anotar a senha e depois quebrar o cartão que em seguida algum funcionário do banco vai passar em sua casa para pegar o cartão. “A gente lembra que nenhuma agência bancária faz isso e é preciso as pessoas ficarem atentas”, frisa.

Para o delegado, é importante fazer a ocorrência. Ele explica que no crime de estelionato, a vítima precisa dizer se quer representar ou não e lembrou que isso é necessário devido a uma mudança na legislação. “Os estelionatários, falsários são muito organizados, geralmente o dinheiro auferido de forma ilegal não fica na conta, e a gente tem muita dificuldade de rastrear estes valores”, observa ao reiterar que a vítima do golpe, mesmo tendo feito o registro, ainda tem seis meses de prazo previsto na Lei para fazer a representação contra o criminoso; e só aí, é que a policia dará sequência a investigação.

No Rio Grande do Sul, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública, pelo terceiro mês consecutivo, houve queda nos registros de estelionato, porém com média ainda alta de 229 casos registrados por dia.

 

Fonte: Rádio Repórter
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