Ijuí/RS - Sábado, 28 de Maio de 2022
Manchetes
São Luiz busca primeira vitória fora de casa na Série D neste sábado
Polícia Civil deflagra operação de combate a violência contra a Mulher
Capitão Stivanin avalia início do trabalho em Ijuí
SMMA inicia amanhã as ações que marcam o mês do meio ambiente
Campanha do agasalho segue em Ijuí com mais uma ação em praça pública
Chuva faz aumentar em 300% número de chamados para reparos em estradas do interior
Secretário Cláudio Souza assume presidência do Conseme
HCI atuará em benefício dos servidores da BM e da Modulada
Audiência virtual do TJ-RS é interrompida após homem aparecer sentado nu em vaso sanitário
BM cumpriu mandado de prisão no bairro São Paulo
Ijuí-RS
O tempo agora
13 de maio de 2022

Denúncia de violação sexual contra ginecologista de Ijuí envolve 12 vítimas. Crimes teriam ocorrido entre 2011 e 2021

Um ginecologista de Ijuí, tornou-se réu de um processo criminal de violação sexual envolvendo doze vítimas. A denúncia do Ministério Público foi recebida nesta semana (9/5) pelo Juiz de Direito Eduardo Giovelli, titular da 2ª Vara Criminal do Foro de Ijuí. São narrados delitos que teriam ocorrido por uma década, entre 2011 e 2021.

Segundo a denúncia, ao realizar os procedimentos ginecológicos, o médico abusava sexualmente das mulheres alegando ter se especializado em Sexologia. Algumas das vítimas seriam suas pacientes desde a adolescência. O Ministério Público pede a condenação do réu pela prática de atos libidinosos diversos da conjunção carnal mediante fraude.

Uma das vítimas relatou que após a coleta do material para o exame preventivo de colo de útero (papanicolau) questionou se a vítima sabia onde ficavam os seus pontos de prazer, dizendo que mostraria a ela passando a realizar movimentos de masturbação. Na maioria dos casos, ele pedia uma nota sobre o ato praticado. Enquanto praticava os abusos, se utilizava de termos técnicos com a intenção de enganar as vítimas.

Conforme informações do magistrado, o Conselho Regional de Medicina (Cremers) foi notificado para adoção das medidas pertinentes em razão da gravidade dos fatos narrados. Não houve pedido de prisão preventiva nesta fase do processo. O processo tramita em segredo de justiça e o nome do médico não será divulgado,  por hora, para não prejudicar as 12 mulheres vítimas do especialista.

Fonte: TJ-RS/Rádio Repórter
voltar
© Copyright 2019