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14/03/2019
08:24

Leandro Boldrini acusa Graciele e Edelvânia de matarem Bernardo

Defesa do pai do menino vai pedir a anulação do julgamento

Quando tirarem essas algemas de mim, a primeira coisa que eu vou fazer é ir até Santa Maria e rezar onde está enterrado meu filho”, declarou Leandro Boldrini durante o terceiro dia do julgamento do Caso Bernardo, no Fórum de Três Passos.

 

 

Pai da vítima e um dos acusados pela morte do menino, ele foi primeiro réu a ser ouvido no júri popular, em um depoimento que durou mais de três horas e meia.

 

 

 

Durante suas respostas, o médico, após recomendação de seus advogados, falou sempre de frente para os jurados e disse que não mandou matar Bernardo.

 

 

 

“Foi a Graciele (Ugulini, madrasta) e a Edelvânia (Wirganovicz, amiga de Graciele) que mataram meu filho.”

 

 


Durante suas respostas, Leandro Boldrini intercalou diversas vezes a frase “senhores jurados”, falando sempre de frente para o júri popular.

 

 

 

O réu também variou suas reações, por vezes respondendo lentamente aos questionamentos e em outras inclusive levantando para demonstrar algumas situações.

 

 

 

Em uma delas, narrou a situação em que, após ser preso, Graciele teria lhe admitido ser responsável pela morte de Bernardo.

 

 

 

Declarando-se inocente, ele disse aos promotores que tomou conhecimento de que o filho havia morrido somente no dia 14 de abril de 2014, quando o corpo foi encontrado.

 

 

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