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17/05/2018
14:17

Presidente da AL, entrevistado na Repórter, diz que " o produtor não pode ser tratado como bandido"

Crédito: Reprodução/Internet

Uma força tarefa está sendo montada com a finalidade de estudar as peculiaridades de cada região, a fim de começar a mudar o conceito sobre a produção de alimentos em açougues e fiambrerias, tipo linguiças campeiras e salsichões, bifes empanados, pizzas entre outros itens.

 

 

Esse tipo de atividade pode estar ganhando um aliado importante: o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Marlon Santos. Em entrevista ao Fatorama, o parlamentar disse que o produtor não pode ser tratado como bandido, acrescentando que o governo não tem noção de como é a vida de um colono e fica decidindo os destinos das pessoas entre quatro paredes.

 

 

Numa critica direta ao Estado, o deputado do PDT, considera um absurdo proibir a produção artesanal desse tipo de alimento, impondo uma série de exigências que a maioria não tem condições de atender. Desse jeito, fica inviável montar um pequeno negócio, disparou Santos. Para ele, há muitos exageros na lei atual, excesso de rigorismo, que precisa mudar. O governo não pode ficar ouvindo apenas os grandes empresários, que parece ditam as regras. As coisas não podem ser feitas sob encomenda desse ou daquele interesse, pontuou o presidente.

 

 

Essa força tarefa vai trabalhar na tentativa de mudar o atual decreto governamental, permitindo que os pequenos empreendimentos possam seguir fabricando seus produtos, desde que o estabelecimento obedeça regras básicas de capricho e limpeza, defende o deputado. Ele prevê que dentro de 45 dias deverá tramitar uma legislação com esse esboço e contando com bom senso, possivelmente ainda neste ano possa ser apresentada uma alternativa que contemple os pequenos estabelecimentos gaúchos.

 

 

Falou sobre a pacificação do relacionamento entre Legislativo e Executivo, avaliando que os poderes agora andam lado a lado, cumprindo assim um dos desafios a que se propôs. Sobre a ausência do governador na posse dele, Marlon Santos minimizou, afirmando não ser motivo de mágoa. Finalizou dizendo que a expressiva votação no pleito passado se justifica pela proximidade com o povo. Quem gosta de povo e trabalha em sintonia com ele pode esperar sempre um retorno, completou.

 

 


Fonte: Redação.

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