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02/04/2018
14:05

Vereador Busnello volta a criticar Executivo

Verador questiona valores de projetos em análise na Câmara

O pretenso dinheiro que disseram em campanha que Ijuí tinha para fazer investimentos, não existe. Virá de empréstimos em bancos com pagamento programado para 50 meses, e prestação em torno de R$ 500 mil, denunciou o vereador César Busnello.

 

 

Ao comentar sobre os valores a serem contratados, R$ 19 milhões, matéria aprovada na sessão passada do Legislativo, o edil concorda com a aplicação dos recursos em melhorias nos acessos aos distritos e aquisição de equipamentos, com ressalvas quanto ao modo utilizado para buscar o dinheiro. No entendimento dele, não deveria ser via banco, e sim através de economia própria, com corte de Ccs, muitos deles, sem qualquer conhecimento da função que deveriam desempenhar.

 

 

Na administração do ex-prefeito Ballin, foram gastos entre 30 e 40 milhões com o pagamento de cargos em comissão, um exagero, num município que tem inúmeros problemas a resolver, criticou Busnello. Quanto a compra de máquinas para a garagem municipal, diz não entender as razões para que isso se repita a cada nova administração do PDT.

 

Indagou onde está o zelo pelo patrimônio público, reiterando que a garagem municipal mais parece um cemitério de máquinas e equipamentos, abandonados no tempo. A crítica mais contundente do vereador está nos R$ 4 milhões para criar o serviço de georreferenciamento, prevendo o mapeamento dos imóveis urbanos.

 

 

Trata-se de uma soma considerável, por isso pediu vistas, com a pretensão de ouvir profissionais da engenharia da Unijuí, que anos atrás já fizeram esse trabalho para o município. Além de fazer uma dívida enorme, que ficará para a próxima administração, o dinheiro sairá do bolso do contribuinte, enfatizou.

 

Recordou o caso do senegalês, que teve a mercadoria confiscada pela prefeitura semana passada por ficar instalado nas proximidades da Caixa Federal. Ironizou a atitude do município, que ao invés de cuidar de coisas mais sérias, como a circulação de táxis clandestinos que as vezes servem até ao tráfico, problemas relacionados à saúde, a lei do silêncio que não é respeitada porque não tem fiscalização, a prefeitura comete uma brutalidade contra um trabalhador que só quer garantir o sustento dele e da família que mora longe.

 

Na terra das culturas diversificadas, tratamento atípico a uma pessoa honesta, falta de sensibilidade gritante. De um lado, discursos mencionando família, solidariedade e na outra ponta um ataque ao direito de um trabalhador estrangeiro. Que grande mal fez o senegalês para ser tratado assim, criticou César Busnello,


Fonte: Redação.

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