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22/02/2018
05:28

Rio Grande do Sul tem confirmado primeiro caso de febre amarela

A Secretaria de Saúde revelou no início da noite desta quarta-feira o primeiro registro de febre amarela no Rio Grande do Sul. Apesar da chegada da doença ao Estado, o secretário João Gabbardo revelou que o caso é importado, pois foi contraída por uma pessoa que estava em viagem por Minas Gerais e não havia tomado a vacina. Outras informações serão divulgadas em coletiva na manhã de quinta-feira na Secretaria de Saúde.

 

Minas Gerais registrou 86 mortes desde dezembro de 2017, segundo informou a Secretaria de Saúde do Estado. Ao todo, 222 casos da doença no estado da Região Sudeste e outras 505 ocorrências são investigadas. A maioria dos infectados (89,6%) são homens. Entre as mortes notificadas, apenas três são mulheres.

• Crianças menores de 9 meses

• Pacientes com imunodepressão

• Pacientes que vivem com HIV com imunossupressão grave, com a contagem de células CD4 <200 células/mm3 ou menor de 15% do total de linfócitos para crianças menores de 6 anos

• Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores)

• Pacientes submetidos a transplante de órgãos

• Pacientes com imunodeficiência primária

• Pacientes com neoplasia

• Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras)

• Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica)

 

Idosos, nutrizes ou lactantes amamentando crianças com menos de 6 meses de idade, pessoas que terminaram tratamento de quimioterapia e radioterapia, com doenças no sangue, que vivem com HIV, grávidas e quem usa corticoide devem consultar um médico antes de procurar a vacina.


Fonte: Correio do Povo

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